Twilight Breaking Dawn Donation Photos Twilight ': Stephenie Meyer

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Stephenie Meyer na Premiere de "Austenland" no Sundance Film Festival 2013!








Para ver mais imagens clique AQUI!

Primeiro clipe de "Austenland" produzido por Stephenie Meyer!


Stephenie Meyer fala sobre tatuagens dos fãs de Crepúsculo!


A escritora Stephenie Meyer disse que ficou muito impressionada com as tatuagens do fãs da saga "Crepúsculo". A escritora participou do Sundance Film Festival para divulgar o filme "Austenland", em que é produtora.

"Tenho visto em primeira mão os fãs fanáticos, pessoas apaixonadas que desejam viver naquele mundo, querem fazer parte da história. Já vi tatuagens que me assustaram, quase morri. Quero dizer, essas coisas são para sempre. Isso não é uma piada", disse em entrevista a Associated Press.

Novo pôster de "The Host"!



domingo, 11 de novembro de 2012

Nova entrevista de Stephenie Meyer !

Como você percebe as cobranças da mídia sobre Kristen Stewart?

Stephenenie:  Kristen Stewart recebe todas essas críticas, eu me perguntava o porque disso  -

Ela tem estado diantede uma câmera por  toda a sua vida. Eu não posso  imaginar viver  assim.

Eu também não. Gostaria apenas de pular de uma ponte ou algo assim. Nos filmes anteriores ela não era extremamente emocional. Alguns fãs de "Crepúsculo" disseram, "Nós não podemos tê-laexcessivamente dramática , temos de viver com ela como uma substituta e a forma como ela vêEdward e Jacob." Como você se sente sobre isso?

Stephenie: Eu não posso dizer com certeza  como foi o processo para Kristen . Eu sei que ela leva o personagem a serio e vive nela e cria essa personagem como ele é e segue isso. Quer dizer, ela não o compromete. Esta era sua Bella. É tão consistente ao longo dos filmes, porque ela sabe quem ela é. Euacho que um monte de gente queria estar em sua posição, e isso tem que ser um lugar muito difícil dese estar, agir como um personagem que todo mundo possa sentar lá e dizer: "Ah, mas eu teria ditoisso!"

Como você se sente agora, indo escrever um sonho que teve este grande fenômeno global? O que isso faz na sua cabeça, sua psique?

Stephenenie:  A Saga mexeu com isso. Na verdade, é muito difícil de conectar porque como isto começou era tão calmo e pessoal, e depois de ver o quão grande é agora, é realmente difícil de conectar os dois. Na maioria das vezes, parece que algo muito fora de mim. Ele não se sente como qualquer coisa que eu jamais poderia ter possivelmente começou. É muito bizarro. É divertido, às vezes parar e pensar sobre o quão muito calmo e pessoal que era no início. Eu sinto falta disso.

Com é o último filme que sai, é agridoce?

Stephenenie:  Já faz cinco anos, mas, honestamente, quando eu lembrar de quando começamos com isso, parece que há uma década só porque tanta coisa aconteceu. É mais doce do que amargo. Tenho certeza que o amargo vai acontecer.


O que você acha de "Breaking Dawn - Part 2"?

Nova entrevista de Kristen Stewart e Stephenie Meyer para o LATime !

Mesmo depois de todo esse tempo, a autora Stephenie Meyer, mãe de três filhos, Mórmon que se tornou uma sensação da noite literária com a publicação em 2005 do seu romance para jovens adultos “Crepúsculo”, não pode explicar o fenómeno que envolve o romance grande entre o vampiro Edward Cullen e a humana adolescente Bella Swan, personagens interpretadas na tela por Robert Pattinson e Kristen Stewart.

“Eu não sei o que faz as pessoas adorarem, eu não sei o que faz as pessoas odiarem”, disse Meyer, sentada confortavelmente em uma suíte de um hotel de Beverly Hills. “Mas eu sei que a sensação de estar apaxonada é um sentimento bom. Queremos sentir a emoção.”

“Eu sempre disse a Meyer”,disse Stewart sentada ao seu lado. “É tão vigária. Não é como se vissem duas pessoas ou a leitura de duas pessoas. Você sente que está a fazendo isso. Isso é raro.”

Não há dúvida de que “Crepúsculo” é que jóia rara: um livro e filme tem um tipo de fogo inextinguível entre sua base de fãs em grande parte do sexo feminino. Isso foi tão considerável e tão fervoroso que os “Twi-hards”, como são chamados, têm ajudado o conto sobrenatural de transformação de Meyer num negócio de US $ 2,5 biliões provando que os contos centrados nas raparigas podem ser as forças poderosas nas bilheteiras.

Com o quinto e último presumivelmente a entrada na tela grande, “A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2″, deve chegar aos cinemas na sexta-feira, Meyer e Stewart parecem partilhar uma reminiscência de um vínculo de conexão entre os dois protagonistas.

A sua proximidade resulta do objetivo comum, a improvável dupla de assegurar que o material amado, em todo o seu melodrama, permaneceu intacto, como foi traduzido para o grande ecrã. Que lhes exigia combater os executivos do estúdio nervosos que queriam interpretação de Stewart da Bella a ser menos torturada, detratores empedernidos que se uniram contra as linhas da história exagerada e satírica da cultura pop que muitas vezes transformou a franquia na sua linha própria.

Meyer já tiha feito o salto de dona de casa do Arizona a autora best-seller quando conheceu Stewart, em seguida, uma atriz que-vem construindo a sua carreira principalmente através de papéis em filmes independentes. Nos anos seguintes, a estatura de Meyer e influência como autora para jovem-adulta tornou-se comparável ao dos JK Rowling ou Suzanne Collins, apesar de nunca os críticos responderem a sua escrita a maneira que os leitores entusiásticos fizeram.

Stewart, entretanto, tem atraído muitos elogios – se não muitas vezes a tépida avaliação dos filmes de “Twilight”, em seguida, em pequenos papéis desafiadores em filmes como Sean Penn, “Into the Wild” ou próxima adaptação de Walter Salles do clássico da Beat Generation ” On the Road “. Ela também sofreu com a celebridade tablóide que ela nunca tinha , graças ao seu relacionamento acabado e de novo juntos com o co-star de “Crepúsculo” Pattinson.

Alcançando o fim da saga foi particularmente gratificante para a atriz, que parecia satisfeita de ser capaz de levar Bella para a conclusão feliz um pouco complicada na sua jornada – e para passar para a próxima fase da sua carreira.
“Eu estou tão pronta para seguir”, disse a de 22 anos de idade.

A Bella mudou

Dirigido como o seu antecessor pelo vencedor do Oscar Bill Condon, “Amanhecer – Parte 2″ começa com Bella Swan como um vampiro recém-nascido e uma nova mãe, cuja meia-humana filha, Renesmee, ameaça provocar uma guerra entre as várias tribos de vampiros de todo o mundo. A classe dominante na Itália, os Volturi, erradamente, pensam que Bella e Edward transformaram uma criança humana em vampira, algo que é expressamente proibido, e reúnem as forças para derrubar todo o clã Cullen.
A linha da história deu a Stewart a oportunidade de trazer uma nova dimensão a um personagem que sempre tinha se considerado normal e desajeitada, com os seus poderes sobrenaturais, ela podia ser graciosa e bonita, ultra-rápida e letal

sábado, 3 de novembro de 2012

Nova entrevista de Stephenie Meyer para a MTV !

MTV: Oi Stephenie! Amanhecer – Parte 2 está quase terminando, você já está pronta para dar a volta olímpica?
Stephenie Meyer:  [risos] Eu acho que o termo “volta olímpica” nunca passou pela minha cabeça. Para usar outro termo esportivo, eu diria que é uma barreira. Nós temos mais uma barreira para saltar neste projeto e então eu terei que seguir com outros diferentes.
MTV: Você já tirou um tempo para pensar que este é o fim da franquia?
Meyer: Eu tenho cuidadosamente não pensado desta maneira porque eu não quero ficar triste ainda.
MTV: Quando você viu a montagem final do filme?
Meyer: Na segunda-feira [22 de outubro]. Foi a primeira vez que vi o filme com todos os efeitos no lugar. Foi muito impactante. Além disso, toda a música já estava colocada, o que realmente deixa tudo mais emotivo.
MTV: Você ficou emotiva ao assistir o final?
Meyer: Sim. Não tem como não ficar emotiva com o final deste filme. Bill Condon tem um ótimo senso de como mexer com as suas emoções. Ele construiu o final de uma forma que é impossível você não ficar tocado. Eu só posso imaginar que os fãs apreciarão este momento de reflexão.
MTV:Kellan Lutz disse recentemente que há uma cena bônus nos créditos, o que você pode falar sobre isso?

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Em breve será exibida a prévia de "The Host" !

THE HOST, a adaptação do novo de Stephenie Meyer (Crepúsculo),
terá uma prévia exclusiva de três cenas no @sitgesfestival.


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Game Show Americano "Jeopardy" menciona Robert Pattinson e Stephenie Meyer !


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

E. L. James menciona Twilight e Stephenie Meyer em entrevista ao Estadão !

LONDRES – É o livro sensação do momento. No Brasil, sua venda chegou a 260 mil cópias em 40 dias. Não se fala em outro assunto nos EUA e na Europa. Os direitos para o filme já foram comprados por Hollywood por (estima-se) US$ 5 milhões. Por que tanto frenesi em torno de Cinquenta Tons de Cinza? A resposta é simples: sexo. A trilogia é a mais picante na lista de livros mais vendidos em anos. A história da submissa jovem estudante Anastasia Estelle, que se envolve com o bilionário bonitão e dominador Christian Grey é recheada de sexo explícito e sadomasoquismo.
O sucesso, inicialmente na internet, chamou a atenção dos editores que haviam dito não à publicação da trama em papel e e-books. E assim se iniciava o fenômeno. Os livros têm encantado mulheres ao redor do globo e apimentado a relação de casais. Tudo fruto da imaginação de uma dona de casa do subúrbio de Londres, a britânica de 48 anos Erika Mitchell, ou E L James, que da noite para o dia se tornou o nome mais quente da literatura mundial. A então executiva de um estúdio de TV britânico, infeliz com seu trabalho, resolveu dedicar tempo integral à escrita do romance que se tornou um recorde de vendas em poucos meses.
O segundo livro da trilogia, Cinquenta Tons de Cinza Mais Escuro, acaba de ser lançado no Brasil e o terceiro já alcança recorde de reservas. Quem é a mulher por trás dos obscenos livros? O Estado conheceu a inglesa que em nada lembra a fogosa personagem Anastasia. Com jeans, camisa preta e joias, Erika nos recebe com uma Coca-Cola Diet na mão, enquanto reforça seu desprazer em dar entrevistas: “Os jornalistas escrevem o que querem”. E garante que o dinheiro não mudou sua vida. “Vou poder reformar minha cozinha.”
Como tudo começou?
Sempre quis escrever. Em novembro de 2008, fui ver o filme Crepúsculo. Gostei muito e depois li os livros e adorei. Em 15 de janeiro, sentei e comecei a escrever uma história, que não foi publicada. E depois, em abril, escrevi outra. Ambas não foram publicadas e não envolviam sexo. Então, descobri esse site Fanfiction, por intermédio do fórum de Crepúsculo. Vi várias histórias e achei que também podia fazer aquilo. Então, escrevi uma ficção em três semanas. Nesse período, lembro de ter lido umas cinco histórias sobre sadomasoquismo. Não sabia o que significava aquilo, mas achei tudo quente e fascinante.
Estas são as suas inspirações?
Sim. Quando li sobre sadomasoquismo, pensei como seria me encontrar com uma pessoa que estivesse nesse mundo. Foi assim que começou. Era originalmente uma história saída do site de Crepúsculo – Fanfiction. Nunca pensei que iria publica-lo, ou pensei que, se publicasse, seria cheio de restrições.

A história Submissive no site fanfiction é muito similar à sua trilogia. É uma inspiração direta?
Chama-se O Dominador e a Submissa, além de quatro outros que li. Mas não quero dar o nome das histórias porque algumas eram muito mal escritas.
Você acha que livros eróticos não podem ser bem escritos?
Eu acho que você pode escrever de qualquer maneira. Algumas pessoas não gostam do meu estilo de escrever, mas é assim que eu sou, casual. Se as pessoas não gostam, é problema delas. Mas muitas gostam.
Stephanie Meyer é sua clara inspiração. Você já conversou com ela?
Não. Mas ela foi muito gentil em uma entrevista recente sobre seu novo livro, A Hospedeira. Ela disse que meus livros não são o seu gênero preferido, mas me desejou toda a sorte do mundo, o que eu achei muito legal. Adoraria encontrá-la para agradecer pela inspiração. E ela inspirou centenas de milhares de mulheres a começar a escrever. Crepúsculo é uma história muito erótica, apesar de não ter sexo envolvido.
O sucesso surpreendeu você?
Não esperava isso. Quem poderia imaginar que uma história tão obscena fosse se tornar popular assim. É extraordinário. Os números das vendas são insanos. Como eu nunca tive essa experiência antes, não sabia se eram bons ou não. Eu lembro de a editora me ligando para dizer que uma loja tinha acabado de vender 22 mil cópias, e eu perguntava: ‘Isso é bom?’.
Como todo esse sucesso, você se compararia com J. K. Rowling, por exemplo? Daria conselhos a ela, que agora lança seu primeiro romance adulto?
Não me comparo com ninguém. E, claro, ela não precisa de conselhos. Adorei os livros e os filmes do Harry Potter. Li e vi todos. Lembro de sempre estar ansiosa pelo próximo livro. Era tão épica aquela saga. Mas escrevi Cinquenta Tons de Cinza para mim. Foi divertido escrever. Aquelas são as minhas fantasias. Claro, tendo por base as fantasias de outras mulheres, o que faz com que eu me sinta menos pervertida (risos envergonhados).
Como foi o processo de criação?
Não tinha ideia de onde a história ia. Gastei cada hora disponível escrevendo. Eu trabalhava meio expediente na época. Comecei a escrever e virou uma obsessão. Escrevia no BlackBerry no metrô e pensava na trama enquanto dirigia. Parei de sair, de ver TV.
Você procurava por sadomasoquismo no Google?
Fiz muita pesquisa, mas foi bem mais específico que isso. Há uma quantidade enorme de informação na internet sobre esse assunto. Mas, no meu livro, Anastasia não é submissa, então este não é um livro de sadomasoquismo.
Mas a história é repleta de detalhes… Li que você ligou para uma loja de automóveis para saber se um casal teria espaço para fazer sexo no banco de trás de um Audi.
Essa história é hilária, mas não posso contar agora, pois está no terceiro livro que ainda vai ser lançado no Brasil. Tenho uma imaginação muito viva, podemos dizer assim. Visitei sex shops também.
Livros eróticos sempre existiram. Você é responsável por tornar o gênero pop. O que faz o seu livro ser diferente?
É uma história romântica, de paixão. E quando as pessoas se apaixonam, elas fazem muito sexo, é isso o que acontece. Christian faz sexo de uma maneira particular. Ele não faz amor, pois tudo para ele é relacionado com poder e controle. Outros livros do gênero têm uma linguagem muito pesada. Não uso essa linguagem e a descrição do sexo é sutil. Geralmente, as mulheres não gostam de palavras pesadas.
Que livros você indicaria para quem se inicia no gênero?
Há vários: Beautiful Disaster, de Jamie McGuire, por exemplo. Acabei de ler Shadows of Night, de Deborah Harkness, é o segundo livro de uma trilogia chamada All Souls. Quando eu tinha 30 e poucos anos, li vários livros de mulheres como Brenda Joyce, Noel Roberts, Judith McNaught, são mais românticos, sem sexo explícito. Devo ter lido umas 600 histórias naquela época. As mais pornográficas talvez tenham sido as de uma série chamada Black Lace.
O que acha da opinião negativa? Homens queimaram seus livros nos EUA e há quem diga que seus livros são mal escritos.
O que acho mais fascinante é que as pessoas começam a ler e não conseguem parar. E foi exatamente assim comigo quando li Crepúsculo. Essa onda de opiniões negativas é só barulho no fundo. Felizmente, a maioria tem gostado, então, nesse aspecto, eu realmente fiz sucesso. As mulheres amam meus livros. Recebi o e-mail de uma mulher dizendo que não lia nada há 28 anos, e terminou Cinquenta Tons em três semanas. É uma leitura fácil. E quem não gosta, tem o direito de não gostar.
Você trabalhou como executiva de um estúdio de TV por 20 anos. Essa experiência a ajudou no marketing do livro?
Não. São coisas diferentes. Odiava um dos meus últimos trabalhos e escrever foi minha maneira de escapar disso.
Os direitos do seu livro foram comprados por US$ 5 milhões…
Não vou falar sobre o dinheiro. O projeto está indo para frente, lentamente.

terça-feira, 11 de setembro de 2012


Stephenie Meyer no desfile de Carolina Herrera !